Cia. de Teatro Trapaça
Trapaça na concepção desta Cia. quer dizer coisa criativa, transformadora, invenção hábil e ardilosa.
Trabalhou em sua origem elementos teatrais que misturaram investigação da narrativa com dramaturgia que resultou nas montagens Redemoinho de Contos, Bugiganga e A Caixa de Téspis. Em 2008 sua nova peça, PÓ, buscou outras inspirações e contou com participação de Éber Inácio na direção, Estércio Marquez Cunha compondo trilha sonora inédita.
A Trapaça formada por Rosi Martins e Israel Neto, tem estilo cuidadoso e detalhista de se apresentar. Algumas influências para a criação “trapaceira” são: a presença das raízes culturais brasileiras, as famílias dos cômicos (clow, dell’arte, bufões, comédia muda), historicidade do teatro (medieval, máscaras, alegorias), artes plásticas, a estética Kitsch e arte Naif.
Sinopse
Pó, peça com a Cia. Trapaça, é a jornada de Ana, uma mulher ligada à terra, que realiza um ritual de atividades do cotidiano, mas deixa escapar restos de desejos, frustrações e fantasias. Delicada trama sobre a sutileza da vida diária. Interpretação e roteiro Rosi Martins, direção Éber Inácio, trilha sonora original Estércio Marquez Cunha, sonoplastia e iluminação Israel Neto. |
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